Tom Maior e O Pequeno Príncipe no Sertão: Ala 04 - A guerra dos bodes e das rosas

Ala 04 - A guerra dos bodes e das rosas

E para conseguir salvar o seu planetinha e lhe ajudar a matar o mal dos baobás pela raiz, o principezinho saiu em busca de um belo bode. Que não fosse doente e que vivesse por muito tempo. O problema, é que o galeguinho sabia que além de arbustos, os bodes também comem as Rosas, e isso assustou muito o menino. Certa vez o menino disse:

— Se alguém ama uma flor que é um exemplar único entre os milhões e milhões de estrelas, isso basta para ficar feliz ao olhá-las. Ele diz a si mesmo: “Minha flor está lá em algum lugar…”. Mas, se o bode* come a flor, para ele é como se, de repente, todas as estrelas se apagassem! E isso não é importante!



E a Rosa é assim como uma estrela única e especial, mesmo que esteja no céu estrelado de uma noite da maior festa de São João do mundo: a de Campina Grande, na Paraíba. E é a alegria destes festejos que vai representar em nosso auto a guerra dos bodes e das rosas.


O Pequeno Príncipe no Sertão

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”. Uma das frases mais reproduzidas da literatura pertence ao livro O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry. Em 2022, a Tom Maior vai trazer essa e outras reflexões da obra infantil para a Avenida, mas de um jeitinho bem brasileiro, contextualizando a história no Nordeste. “O Pequeno Príncipe no Sertão” é o nome do enredo que será desenvolvido pelo carnavalesco Flávio Campello.



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Há quem diga que o autor se inspirou na capital do Rio Grande do Norte, Natal, para escrever este clássico da literatura. Por isso, nada mais justo do que recontar O Pequeno Príncipe no sertão nordestino: “Por que não transmitir as mensagens do livro, adaptando-o para o sertão, unindo a sabedoria de O Pequeno Príncipe ao berço da sabedoria popular que é o nosso Nordeste?”, diz o carnavalesco.

O livro de Antoine de Saint-Exupéry traz muitas lições atemporais. Para carnavalizar e abrasileirar essa história, Flávio Campello vai contar com a ajuda de personagens conhecidos do sertão: “Por que nosso aviador não pode ser um sertanejo caminhoneiro? Por que a revoada de pássaros que leva O Pequeno Príncipe a viajar não poderia ser de asas brancas? Por que o Rei não poderia ser o Rei do Maracatu? Sempre preocupados em manter a mensagem original, da obra original, com essa pequena adaptação ao nosso Nordeste tão festeiro, tão alegre, colorido! Iremos transformar o nosso Nordeste numa linda história lúdica! O público poderá esperar a emoção!”

Campello tinha com ele a vontade de trazer a história de O Pequeno Príncipe para o Carnaval. A ideia começou a ganhar força com a ajuda de Judson Salles, diretor de Carnaval da Tom Maior, que há muito também cogitava o tema. Da pesquisa, dois outros parceiros surgiram para agregar no projeto da agremiação: Josué Limeira, que adaptou a obra de Antoine de Saint-Exupéry para a literatura de cordel, e Vladimir Barros, ilustrador da versão. Empolgação é o que não falta para o carnavalesco: “Eu confesso que estou apaixonado por esse projeto! Estou muito motivado, e o melhor de tudo: será totalmente desenvolvido com tempo, amor e dedicação que essa quarentena nos proporcionará”, finaliza.




Com o enredo “É Coisa de Preto”, desenvolvido pelo carnavalesco André Marins, a Tom Maior ficou com a oitava colocação entre as 14 escolas de samba que disputaram o grupo Especial, somando 269,3 pontos no Carnaval SP 2020

Conheça um pouco mais do maior São João do Mundo neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=e9s_OWZTg1A

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